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4 de julho de 2019
TEMPOS & TEMPOS
4 de julho de 2019

MÃES MOMENTO DE GRATIDÃO E HOMENAGENS

Sempre que esta data se aproxima, me vêm à mente histórias tristes e conflitantes de negação de maternidade.


Não faço referência à negação de filhos, mas sim, de progenitoras pelos filhos que geraram.

Indago porque algumas mães não conseguem deixar de lado seus interesses egoístas por prazeres e coisas e, cumprir seu verdadeiro papel, de amor e dedicação por aqueles que sempre precisam disso para tornarem-se pessoas saudáveis e, também, felizes. Claro que, não ignorando aquelas que estão à margem da dignidade humana em termos de recursos e apoio.
Quantos filhos buscam, ansiosamente, o amor das avós, tias, madrinhas e/ou mães de amigos, por sentirem a ausência da própria mãe!
Mas…não é para estas que devemos dedicar a importância da data.
Para elas, apenas um apelo de reflexão pois, os filhos crescem e se vão. Fica apenas a saudades daquele ambiente alegre, barulhento e bagunçado que, num breve espaço de tempo, propiciou a vivência do papel de mãe.
A mãe que queremos homenagear é aquela que, mesmo amando intensamente consegue dizer um NÃO, preparando o filho para a vida e seus dissabores. Também sabe enxugar as lágrimas de sua criança e plantar esperanças. Consegue encorajar seus filhos para voarem em busca de seus sonhos e projetos. Sabe como ponderar nos momentos de conflitos, agindo como uma verdadeira diplomata. T
Também abre a porta de sua casa para os amigos dos filhos, procurando, deste modo, conhecê-los para melhor orientá-los. Não se limita ao papel de mera serviçal, mas, procura estar informada e acompanhar o desenvolvimento do mundo atual para, deste modo, estar apta e merecer a confiança dos filhos.
Igualmente, não diz sim a tudo que entra em seu lar. Mas, tem palavras sábias para conter o que na realidade seria uma deturpação da vida cristã.
É uma mulher ética e zelosa que busca o equilíbrio emocional para garantir a harmonia dos seus.
Tais qualidades nem sempre são fáceis de serem cultivadas, mas, são imprescindíveis num lar que prima por paz e harmonia.
Vivemos em uma sociedade onde a mulher foi forçada a se profissionalizar em razão de questões econômicas e necessidades impostas pela cultura do consumo.
Tornou-se quase impossível a dedicação única à atividade doméstica.
O homem que, historicamente, ocupava a função de provedor, nem sempre consegue, sozinho, suprir as necessidades econômicas da família. Isto envolveu o desempenho auxiliar da mulher no projeto de manutenção familiar. O que não foi de todo ruim, mas gerou conseqüências.


Indago porque algumas mães não conseguem deixar de lado seus interesses egoístas por prazeres e coisas e, cumprir seu verdadeiro papel, de amor e dedicação por aqueles que sempre precisam disso para tornarem-se pessoas saudáveis e, também, felizes. Claro que, não ignorando aquelas que estão à margem da dignidade humana em termos de recursos e apoio.
Quantos filhos buscam, ansiosamente, o amor das avós, tias, madrinhas e/ou mães de amigos, por sentirem a ausência da própria mãe!
Mas…não é para estas que devemos dedicar a importância da data.
Para elas, apenas um apelo de reflexão pois, os filhos crescem e se vão. Fica apenas a saudades daquele ambiente alegre, barulhento e bagunçado que, num breve espaço de tempo, propiciou a vivência do papel de mãe.
A mãe que queremos homenagear é aquela que, mesmo amando intensamente consegue dizer um NÃO, preparando o filho para a vida e seus dissabores. Também sabe enxugar as lágrimas de sua criança e plantar esperanças. Consegue encorajar seus filhos para voarem em busca de seus sonhos e projetos. Sabe como ponderar nos momentos de conflitos, agindo como uma verdadeira diplomata. T
Também abre a porta de sua casa para os amigos dos filhos, procurando, deste modo, conhecê-los para melhor orientá-los. Não se limita ao papel de mera serviçal, mas, procura estar informada e acompanhar o desenvolvimento do mundo atual para, deste modo, estar apta e merecer a confiança dos filhos.
Igualmente, não diz sim a tudo que entra em seu lar. Mas, tem palavras sábias para conter o que na realidade seria uma deturpação da vida cristã.
É uma mulher ética e zelosa que busca o equilíbrio emocional para garantir a harmonia dos seus.
Tais qualidades nem sempre são fáceis de serem cultivadas, mas, são imprescindíveis num lar que prima por paz e harmonia.
Vivemos em uma sociedade onde a mulher foi forçada a se profissionalizar em razão de questões econômicas e necessidades impostas pela cultura do consumo.
Tornou-se quase impossível a dedicação única à atividade doméstica.
O homem que, historicamente, ocupava a função de provedor, nem sempre consegue, sozinho, suprir as necessidades econômicas da família. Isto envolveu o desempenho auxiliar da mulher no projeto de manutenção familiar. O que não foi de todo ruim, mas gerou conseqüências.

O tempo que seria dedicado aos filhos tornou-se limitado.
Grande parte disto foi tercerizado. Surgem as pré-escolas, as babás, o deixar com a vovó, etc..
Tal fato não é recente, porém muito mais comum no hodierno.
Resultante a isto vimos surgir manifestações preconceituosas. Há os que dirigem à mulher menções de responsabilidade sobre a delinqüência presente na sociedade, ou mesmo, sobre a desestruturação familiar.
Sempre há busca de culpados para justificar as mazelas sociais. Na realidade, para este problema, as causas são muito mais numerosas.
Penso que, não basta uma mãe passar o tempo integral em casa se não consegue sequer dialogar com seus filhos.
O tempo não é o fator de maior importância, mas sim, a qualidade do tempo passado em família.
O amor ao trabalho, a responsabilidade, dedicação, competência, relacionamentos, tudo poderá servir de exemplo na educação dos filhos.
Podemos transmitir a eles que a essência da homenagem não são os presentes representados por objetos, mas o carinho, a gratidão, a felicidade e realização pessoal dos mesmos.
O presente é apenas um mimo que ela também merece.
Para a mãe que ama seus filhos, o maior presente é vê-los realizados e preparados para a vida. É saber que se tornaram verdadeiros cidadãos e cidadãs. É vê-los crescer no amor de Deus e estarem prontos para também constituírem famílias e desenvolverem um trabalho responsável e benéfico à comunidade que compõem.
Toda mãe se realiza quando participa de todas as etapas de crescimento da vida de seus filhos, conseguindo proporcionar a eles ambiente saudável e feliz.
Ser mãe é, verdadeiramente um privilégio de doação.

Beth Ecker

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