Kiss encerra o Monsters of Rock com seu espetáculo catártico

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Kiss encerra o Monsters of Rock com seu espetáculo catártico

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Direto do Monsters of Rock – Fechando o festival com seu espetáculo de som, luzes, cores, fogos e hits, o Kiss celebrou mais de 40 anos de estrada em frente a um mar de fãs alucinados.

O show começou tarde, às 23h15, com muitos fogos e uma cortina caindo para revelar Paul Stanley e Gene Simmons – os donos da bola – acompanhados de Eric Singer (bateria) e Tommy Thayer (guitarra), ao som de “Detroit Rock City”, música de 1976 que parece não envelhecer nunca.

O show continuou com “Creatures of the Night” e teve também, entre outras, “Psycho Circus”, “I Love it Loud”, “War Machine”, “Do You Love Me?”, “Black Diamond”, “I Was Made for Loving You Baby”, “Lick it Up” e “Parasite” – essa última não é tão comum no repertório da banda. Como esperado, houve o momento em que Gene Simmons, o maior marqueteiro do rock, é elevado às alturas. Ele também cospe sangue – falso, óbvio. Welcome to the show.

É verdade que a voz de Paul Stanley já não é mais a mesma e falha, desafina. O cantor fez uma cirurgia vocal há cerca de três anos e meio, mas ao que parece as quatro décadas de shows e talvez os poucos cuidados no início da carreira estejam pesando atualmente. De qualquer modo, o vocalista interagiu com a plateia o tempo todo, conversando, brincando e excitando os fãs cada vez que lhes fazia elogios.

A noite encerrou quase à uma da madrugada com “Rock n’ Roll all Nite”, sob uma chuva de papel picado e mais fogos. Enquanto o público dispersava pelo Anhembi, “God Gave Rock n’ Roll to You” tocava nas caixas de som, mas a banda já não estava mais no palco.

O Kiss já veio ao Brasil algumas vezes, mas sempre há novos fãs que nunca viram a apresentação e assim a banda renova seus seguidores. E é preciso dizer que um show do Kiss é sempre uma experiência catártica. Você precisa passar por isso pelo menos uma vez em sua vida.

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